“Podem me chamar de Wagner”, enfatizou o secretário da Saúde de Maracanaú

COMPARTILHE A NOTÍCIA

Foto: Reprodução

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

O secretário da Saúde de Maracanaú, Capitão Wagner (União Brasil), assumiu que prefere que o termo “Capitão” fique no “quartel” a partir de agora. “Podem me chamar de Wagner”, apontou. 

“Na verdade, quem quiser chamar de secretário, de Wagner, de capitão, fique a vontade”, declarou durante entrevista no evento em que foi empossado.

O prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa (UB), apontou que escolheu o ex-deputado federal para o cargo de secretário da Saúde do município pois, para ele, “militar sabe fazer tudo, inclusive saúde”.

“Saúde é gestão. Se o profissional da saúde for um bom gestor, dá bom”, explicou logo após a posse de CW. 

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Sócia da Fraport, Lufthansa compra metade da TAP e o Ceará pode ganhar uma nova ponte aérea com a Europa

Cláusula de barreira põe dois federais a mais no colo do PSB de Cid Gomes

Com aplausos, Kátia Abreu expõe incômodo no PT: “Paulistas sem voto” e “menos Janja, mais Alckmin”

Atlas/Focus para presidente no Ceará: Lula amplia vantagem e chega a 60,8%; Flávio tem 28,9%

Atlas/Focus: dobradinha Cid-Luizianne soma 59,6% dos votos válidos para o Senado

Atlas/Focus: Elmano 49,9% x Ciro 49,6% dos votos válidos; Ceará chega à urna separado por um fio

Focus/Atlas: Aprovação de Elmano vira a favor; Avaliação do governo melhora, mas continua dividida

Atlas/Focus: Cid e Luizianne nas duas primeiras posições no Senado; dupla abre vantagem sobre Wagner e Alcides

Atlas/Focus: Elmano avança entre os mais velhos e nas faixas de maior renda; Ciro concentra vantagem entre jovens

Atlas/Focus a seis dias da eleição: Elmano 49% x Ciro 47,6%

Coligação de Ciro Gomes tenta barrar pesquisa Atlas/Focus, mas TRE rejeita e impede censura

Atlasintel: A polícia e a confiança que ainda resiste

MAIS LIDAS DO DIA

CNT/MDA: Flávio tem 50,5% dos votos válidos, e Lula, 49,5%; disputa segue aberta

Roberto Cláudio: Escolhas e destinos; Por Ricardo Alcântara