
O presidente nacional e estadual do PDT, o deputado federal André Figueiredo, afirmou ter participado de reunião com o senador Cid Gomes (PDT) antes do encontro regional da legenda. Cid não compareceu na assembleia da sigla, no entanto.
O motivo do diálogo entre os dois: a presidência do partido, que, segundo André, fica disponível em dezembro. “O meu mandato vai até dezembro e, a partir daí, a gente conversa”, disparou no evento, que ocorreu ontem, quinta-feira, 22.
“Não precisa essa obsessão de ocuparem a tribuna da Assembleia para dizerem que só vai solucionar o racha se ele for presidente. Acho que é equivocado, eu não tenho apego a essa função, mas é uma missão. Achar que o Cid como presidente vai pacificar o partido? Acho que é uma ideia equivocada, porque temos sequelas da eleição passada”, explicou.
“As sequelas” começaram em 2022, na última eleição, quando os petistas, liderados por Camilo Santana, romperam com o PDT e lançaram Elmano de Freitas na disputa do Estado. Elmano venceu no primeiro turno, enquanto que o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), ficou em terceiro. O senador Cid Gomes, acompanhado por outros pedetistas, não fez campanha para RC na época.
No último mês, em maio, o senador Cid apontou que tem o desejo de presidir a sigla, cargo ocupado por André. “Tenho a pretensão de vir a presidir o partido. Quem tem essa motivação, não está pensando em sair”, garantiu Cid.
“Zero planos de sair. Ao contrário, cada dia mais eu estou motivado no PDT. Tenho desejo, não por vaidade pessoal, mas eu acho que eu represento o sentimento majoritário do partido aqui no Ceará”, justificou o cearense.
André Figueiredo responde Cid sobre comando do PDT Ceará: “O meu mandato vai até dezembro”







