Em outubro, Ceará registra 57 mil pessoas empregadas a mais que em 2023

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Carteira de trabalho
Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

O fato: Dados do Novo Caged de outubro registram 1.411.383 postos de trabalho com carteira assinada ocupados no Ceará, o que representa crescimento de 4,2% no nível de emprego formal na comparação com o mesmo período de 2023. Isso equivale a 57.666 trabalhadores a mais em atividade. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em Brasília.

“Vivemos um cenário muito positivo, com o fortalecimento dos principais setores econômicos. Seguimos dialogando com todos os segmentos do setor produtivo e buscando novos investimentos, para fortalecer os negócios que representem oportunidades de uma vida melhor para os cearenses. Gerar mais emprego e renda é nossa prioridade absoluta”, citou o governador Elmano de Freitas.

Saiba mais: Em outubro de 2024, foram gerados 3.187 novos postos de trabalho com carteira assinada. Foi o décimo mês seguido de saldo positivo no Caged para o Ceará. No acumulado do ano, o saldo chegou a 58.049 empregos, positivo nos cinco grandes agrupamentos econômicos.

Para o secretário do Trabalho, Vladyson Viana, o dado deve ser comemorado. “Este décimo saldo positivo na geração de postos de trabalho no Ceará demonstra uma trajetória constante com ampliação da renda e da capacidade aquisitiva da população. Não podemos deixar de destacar que os dados do Caged refletem a geração de empregos formais, com mais qualidade e que trazem um conjunto de garantias trabalhistas”.

Os números: O saldo positivo do mês é resultante de 53.756 admissões e 50.569 desligamentos no mês. E a contratação de mulheres foi o destaque do período, com 2.347 vagas ocupadas por elas, ante 840 por homens.

“Considerando ainda as contratações do período, as ocupações foram preenchidas principalmente pelos jovens, com idade entre 18 e 24 anos, que ficaram com 3.926 dos empregos gerados. Já em relação ao grau de instrução, 3.637 vagas foram ocupadas por trabalhadores com ensino médio completo”, complementa o presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Raimundo Angelo.

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