
Cuba está orfã. E, como tal sucumbe a falta de provisões vitais.
Uma revolução romântica que emocionou o mundo a longo prazo definhou a espera da extrema unção.
Primeiro foi o bloqueio americano que afetou mortalmente a economia da simpática ilha. Depois os russos que saíram de mansinho. A China que nunca entrou, pois só acredita em conquistas econômicas e achou o alvo pouco atraente por estar às costas americanas. Por fim a Venezuela, que lhe oferecia o que tinha, petróleo a baixíssimo custo; com a intervenção americana a dádiva acabou.
Sem uma economia auto-sustentável e poucos recursos naturais o sonho não se manteve. Agora é esperar de onde, se é que vem de algum lugar, o lenitivo diante de tanto sofrimento; ou o fim do black-out virá por meio de um black-out político, soprado das praias da Flórida onde há anos reside a esperança de revanche.







