
Equipe Focus
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A defesa de Adélio Bispo tentou chamar o ex-presidente Lula, a deputada Maria do Rosário, e o ex-deputado Jean Wyllys como testemunhas em seu favor.
De acordo com O Antagonista, o objetivo era mostrar que o comportamento de Jair Bolsonaro teria contribuído para o atentado, motivando Adélio a cometer o crime. Todas as “testemunhas” teriam criticado Bolsonaro.
Os pedidos foram rejeitados pelo Ministério público que rechaçou a ideia afirmando que nenhum deles presenciou o fato ou teve contato direto com o agressor.
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