
Equipe Focus
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O Ceará já contabiliza 208 casos e três óbitos pela variante Delta da COVID-19. A informação é da Secretaria de Saúde do Estado.
Segundo os dados dos sequenciamentos genômicos das amostras positivas do coronavírus realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce) e o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), dos pacientes identificados com a cepa indiana, 105 são homens e 103 são mulheres, com faixa etária predominante entre 20 e 49 anos.
Em relação aos óbitos, o rastreamento e a busca ativa realizada pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) detalha que as vítimas são três homens, com idades de 41, 45 e 69 anos. Dois são residentes de Fortaleza, ambos sem histórico de viagem e não vacinados; o terceiro é um viajante filipino, tripulante do navio Pretty Lady, que registrou surto de COVID-19 entre os embarcados enquanto estava ancorado no Porto do Mucuripe. Não há informação de vacina aplicada nele. Do total de 208 casos, 86 pacientes relataram ter tomado pelo menos uma dose de imunizante. Destes, 46 têm as duas doses.
Já são 37 municípios cearenses com residentes infectados por variante Delta: Aquiraz, Aracati, Beberibe, Camocim, Cascavel, Caucaia, Choró, Crateús, Eusébio, Fortaleza, Hidrolândia, Ibiapina, Icó, Iguatu, Ipaporanga, Ipu, Ipueiras, Irauçuba, Itapipoca, Jaguaretama, Maracanaú, Monsenhor Tabosa, Nova Russas, Paraipaba, Pentecoste, Poranga, Quixadá, Quixeramobim, Redenção, São Benedito, São Gonçalo do Amarante, Sobral, Tabuleiro do Norte, Tamboril, Tauá, Tianguá, Umirim.
“A cada semana, percebemos um crescimento na quantidade de municípios com identificação de pacientes com a variante Delta, que é a que mais tem preocupado o mundo nesse momento da pandemia. Além de monitorar e rastrear esses casos, também é importante tomarmos medidas para diminuir essa transmissão viral, com objetivo de evitar espalhamento dos casos e surgimento de novas variantes. Sensível a essa situação, a Sesa inaugurou um Centro de Testagem na Rodoviária de Fortaleza, pois percebemos que muitos pacientes positivados chegam ao Estado de ônibus e temos que acompanhar esse cenário”, explica Ricristhi Gonçalves, secretária executiva de Vigilância e Regulação da Sesa.







