
Equipe Focus
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Após o presidente da República Jair Bolsonaro (PL) atacar a gestão do governador Camilo Santana, durante entrevista à TV Jovem Pan, membros da base aliada do governador Camilo Santana (PT) rebateram, nesta terça-feira, 11, a fala do presidente.
Bolsonaro acusou “governadores petistas” de praticarem “algo de assombrar” na pandemia, referindo-se às medidas de isolamento rígido, como o lockdown.
O deputado federal e pré-candidato ao governo estadual pelo PDT, Mauro Filho, afirmou em suas redes socias que Camilo “continua um exemplo de liderança política no combate à pandemia”. “Sempre com medidas firmes, priorizando a vida e o bem-estar de todos, pautado pela ciência, não por achismos. Vamos seguir trabalhando, o povo reconhece todos os esforços empregados”, escreveu.
O vice-prefeito de Fortaleza, Élcio Batista, também usou as rede sociais para afirmar que o Brasil “tem um Presidente que não honra nossa tradição de respeito às instituições, não segue a liturgia do cargo e que é a favor da seleção (radical) darwiniana”, ou seja, “contra a vacina e a ciência”. O político prosseguiu e acusou Bolsonaro de ser “defensor do autoritarismo mais senil e tacanho” e “defensor abertamente da violência”.
“Não tem projeto e visão estratégica, está destruindo as políticas públicas de educação, saúde, ciência e tecnologia, cultura, meio-ambiente e a economia”, continuou Élcio. Segundo ele, as críticas são um “exemplo diametralmente oposto a tudo que representa Bolsonaro”. “Estes ataques são para manter a claque dele ativa e engajada”, finalizou.
Na última segunda-feira, 10, o prefeito José Sarto (PDT) se manifestou em tom crítico ao presidente da República. “De assombrar é estimular o uso de medicamentos sem comprovação científica, ir contra o uso de máscara, provocar aglomerações no auge da pandemia, boicotar e atrasar aquisição de vacinas, aproveitar todas as oportunidades para desencorajar a população a se imunizar contra a Covid”, disse o pedetista, via Twitter.







