
Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br
A deputada federal Carla Zambelli disse estar “magoada” com o padrinho de casamento, o ex-ministro Sergio Moro. O ex-juiz teria revelado o conteúdo de um diálogo com Carla. A parlamentar pedia que Moro aceitasse a indicação de Alexandre Ramagem para a Polícia Federal. Em troca, receberia ajuda para indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Em live realizada na noite de ontem, 24, a parlamentar falou que Ramagem era um bom nome. “O ministro confirmou em entrevista coletiva que o Ramagem era um bom nome. Como boa cidadã eu disse a ele que o lugar dele era no Supremo e ele respondeu que ele não estava à venda”, declarou. E falou em tom de chateação o vazamento da conversa.
“Não se vaza, não se faz isso com as pessoas. Isso é uma conversa particular entre mim e ele. Ele tinha um mandado para poder vazar assim? Será que isso é só trairagem ou crime também? Caramba, eu estou decepcionada”, completou.
Pela regra do STF, uma vaga será aberta em novembro. Isso porque o ministro Celso de Mello completará 75 anos. A idade determina a aposentadoria compulsória da Corte.
Leia Mais
+Deputada do batalhão de choque bolsonarista casa-se com ex-comandante do Batalhão de Choque da PM do Ceará
+“Valeixo estava cansado de ser assediado desde agosto do ano passado pelo presidente”, afirma Moro
+Moro nega que condicionou substituição de Valeixo por indicação ao STF
+Moro condicionou troca de Valeixo por indicação ao STF, revela Bolsonaro
+Imprensa internacional repercute demissão de Moro
+FHC: “Bolsonaro está cavando sua fossa. Que renuncie antes de ser renunciado”
+Bolsonaro falará “a verdade” sobre a demissão de Moro às 17h
+O lavajatismo foi o maior cabo eleitoral de Bolsonaro, mas Moro é o dono dessa agenda
+Apoiador de Bolsonaro, Malafaia critica demissão de Moro
+Símbolo da Lava Jato, Sérgio Moro pede demissão
+Moro: “Não tenho como persistir no compromisso sem que eu tenha condições de trabalho”
+Camilo: “Órgãos de controle e investigação como a Polícia Federal devem estar blindados de interferências políticas”







