Ciro evita discutir aborto ao justificar que tema divide o País

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Foto: Divulgação

Equipe Focus
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O candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes, afirmou que, em um eventual governo, não irá propor discussões sobre a flexibilização do aborto em seus seis primeiros meses de mandato. Com críticas a questões relacionadas ao tema, ele afirmou que o assunto faz parte de uma “guerra híbrida”, feita para dividir o eleitorado.

Com a população cristã em foco, Ciro disse que o assunto faz parte dos temas que “não têm centralidade” na vida da população. “Estou preocupado em emancipá-las (as mulheres) da miséria pela fome, pela pobreza, que nos une”, disse. “Quem é que pode ser a favor da tragédia do aborto”, afirmou, “ninguém é a favor do aborto, a questão é qual é o papel do Estado diante da tragédia do aborto”, continuou, ao dizer que o tema “divide” a população.

Armas

Sobre os decretos de armas editados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), o candidato deu a entender ser totalmente contra, afirmando que em um eventual governo seu, a arma de fogo seria proscrita das ruas. “No meu governo, ninguém vai portar arma se não for autoridade”, afirmou.

Ciro deu as declarações durante sabatina promovida pelo Estadão em parceria com a Fundação Armando Alvares Penteado.

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