Com novo comando, BNB se insere na agenda do Governo Federal

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Anderson Possa, o primeiro da direita para a esquerda, em solenidade no Palácio do Planalto. Na palavras dele, “agora o BNB está no jogo federal”.

Por Fábio Campos
fabiocampos@focuspoder.com.br

Pelo menos nos últimos anos, coisa raríssima foi a presença do presidente do Banco do Nordeste em evento institucional no Palácio do Planalto. As coisas parecem estar mudando. Tanto que, nesta segunda-feira, 25, o Presidente do Banco do Nordeste, Anderson Possa, participou do lançamento do Plano Nacional de Crescimento Verde.

O plano projeta US$ 2 bilhões (R$ 11,3 bilhões) em recursos para financiar empreendimentos sustentáveis e programas de infraestrutura verde. Ou seja, o BNB irá participar de ações relacionadas ao Plano.

O Programa Nacional de Crescimento Verde é resultado de uma ação coordenada pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Economia (ME), pasta a qual o BNB se vincula. Segundo material distribuído pelo Governo Federal, estes são os principais objetivos do Programa: redução das emissões de carbono, conservação de florestas e uso racional de recursos naturais “com geração de emprego verde e crescimento econômico, melhorando assim a condição de vida da população”. O programa será guiado por incentivos econômicos, transformação institucional e política de priorização.  

Os presidentes do BB, Fausto Andrade, do BNB, Anderson Possa e da CEF, Pedro Guimarães durante evento em Brasília.

O Programa contará com uma governança única, que será realizada pelo Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima e Crescimento Verde – CIMV (antigo Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima), que facilitará o planejamento, a execução e o monitoramento de resultados. O CIMV também será responsável por outro importante ponto, que é a criação e consolidação de critérios verdes, levando em consideração as características de cada região do Brasil em todos os seus biomas. 

O evento contou com a participação dos ministros Joaquim Leite (Meio Ambiente), Paulo Guedes (Economia) e Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), além dos presidentes das instituições financeiras federais.

 

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