
Equipe Focus
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Após médicos declararem que o Hapvida possivelmente havia coagido profissionais de saúda a prescreverem hidroxicloroquina para pacientes com sintomas gripais, a operadora divulgou fato relevante ao mercado visando esclarecer o uso do medicamento, bem como outras justificativas.
“No passado, havia um entendimento de que a hidroxicloroquina poderia trazer benefícios aos pacientes. No melhor intuito de oferecer todas as possibilidades aos nossos beneficiários, houve uma adesão relevante da nossa rede, que nunca correspondeu à maioria das prescrições. Nas ocasiões em que o médico acreditava que a hidroxicloroquina poderia ter eficácia, sua definição ocorria sempre durante consulta, de comum acordo entre médico e paciente, que assinava termo de consentimento específico em cada caso. Ainda assim, há meses não se observa mais a prescrição dessa medicação nas nossas unidades”, destaca um trecho do documento.
“A adoção da hidroxicloroquina foi sendo reduzida de forma constante e acentuada. Hoje a instituição não sugere o uso desse medicamento por não haver comprovação científica de sua efetividade. Mas segue respeitando a autonomia e a soberania médica para determinar as melhores práticas para cada caso, de acordo com cada paciente”, complementa.
O Hapvida ressalta que defende e promove a vacinação, o uso de máscaras e as práticas de distanciamento social.
A empresa pontua que durante a pandemia foram abertos mais de 1.000 leitos de UTI e contratados mais de 6 mil profissionais de saúde.
“Houve a compra de mais de 260 respiradores, além do aluguel de prédios para a ampliação dos espaços de internação e a aquisição de equipamentos de proteção em grande quantidade para reforçar a segurança de nossos profissionais”, finaliza a companhia.







