
Equipe Focus
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O vereador e integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), Rubinho Nunes (União Brasil), solicitou, na última quarta-feira, 10, um requerimento para que o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) seja classificado como organização criminosa.
O documento destaca um protesto do movimento realizado no Shopping Iguatemi, em São Paulo, contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).
De acordo com o texto, o ato causou “pânico e medo” aos frequentadores do local.
Para Rubinho Nunes, o “histórico do MTST é vil”. “É um grupo terrorista que se vale da informalidade para invadir e depredar. O fato lamentável protagonizado no Iguatemi apenas dá conta do quão estúpidos, arrogantes e à margem da lei são esses vândalos”, disse em entrevista ao Poder360.
Ele acrescentou que “já passa da hora de serem enquadrados como a organização criminosa que são e responderem pelos crimes perpetrados”. Finalizou dizendo que é exatamente isso que busca com a representação ao MP, que “bandidos históricos sejam condenados”.
Eis a íntegra da nota enviada pelo MTST:
“O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto luta pelo cumprimento da Constituição, que têm como objetivo fundamental, expresso de maneira cristalina já em seu artigo 3º, ‘erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais’.
“Fiel a esse princípio constitucional, o MTST irá inaugurar, na próxima terça-feira (14), sua 31º Cozinha Solidária, na Praça da Sé, em São Paulo. Desde março de 2021, o movimento já serviu mais de 500 mil refeições gratuitas à população vulnerável.
“Trabalhamos por quem mais precisa. Não podemos dizer o mesmo do MBL, grupo de origens obscuras cuja atuação é pautada no combate aos direitos sociais dos mais pobres, e que tem entre seus membros defensores do nazismo e do turismo sexual em zonas de guerra.”
Com informações do Poder360







