
Equipe Focus
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O Ministério da Educação pretende criar um fundo de natureza privada, cujas cotas serão negociadas na Bolsa de Valores, para financiar as universidades e institutos federais. Esse fundo contará, inicialmente, com R$ 102,6 bilhões. A maior parte desses recursos, R$ 50 bilhões, virá do patrimônio da União. Esse é um dos principais itens do programa Future-se lançado na manhã desta quarta-feira, 17, pelo Ministério da Educação.
O acesso aos rendimentos do fundo é um dos atrativos para quem aderir ao programa. Outro é a maior liberdade para usar recursos doados por empresas e outras instituições, ou pagos em troca de serviços. Nada mudará na cobrança por cursos de graduação ou de pós-graduação, que continuarão gratuitos.
Os componentes principais do fundo multimercados serão:
- R$ 50 bilhões em imóveis da União;
- R$ 33 bilhões de fundos constitucionais;
- R$ 17,7 bilhões de leis de incentivos fiscais e depósitos à vista;
- R$ 1,2 bilhão recursos da cultura
O governo estima ter hoje R$ 1 trilhão em imóveis, muitos ociosos. Disso, R$ 50 bilhões serão doados pela União ao fundo.







