
Equipe Focus
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O Ministério Público Federal do Ceará (MPF-CE) teve opinião contra o mandado de busca e apreensão na Operação Colosseum, ocrrida na última quarta-feira, 15.
Os alvos da investigação eram os irmãos Ciro (PDT) e Cid Gomes (PDT), pré-candidato à presidência e senador, respectivamente.
No entando, o MPF se posicionou a favor das quebras de sigilos. As informações são do jornal O Globo.
A Procuradoria afirmou que a medida seria pouco efetiva, pois entendeu que os acontecimentos eram antigos, tendo ocorrido entre 2010 e 2012. Por conta do periodo de tempo não haveira provas associadas aos suposto esquema de corrupção.
Mesmo assim, o MPF foi favorável às quebras de sigilos bancário e fiscal dos irmãos, incluindo Lúcio Gomes, que era secretário de Infraestrutura do Ceará na época. Ciro e Lúcio também tiveram o sigilo telefônico quebrado.
De acordo com a Procuradoria, apresentado à Justiça Federal, o órgão diz haver existência de indícios de crimes de corrupção ativa e passiva. “Da análise dos autos, muito embora tenha havido doações para campanhas eleitorais, o que se tem bem claro é o cometimento de crimes funcionais previstos no Código Penal, como os tipificados no art. 317 (corrupção passiva) e no art. 333 (corrupção ativa)”.







