PT e CUT aderem ao movimento da oposição pelo impeachment de Bolsonaro

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Equipe Focus
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A oposição resolveu unificar a participação nos atos pelo impeachment de Jair Bolsonaro após as manifestações do último dia 12 que não contaram com a presença do PT, Psol e a CUT. Nesta quarta-feira, nove partidos decidiram financiar a criação de publicações e materiais para difundir a campanha pelo impeachment. Dois atos públicos já estão marcados: 2 de outubro e 15 de novembro.

Participaram da reunião decisiva os presidentes do PDT (Carlos Lupi), Solidariedade (Paulinho da Força), PSB (Carlos Siqueira), PT (Gleisi Hoffmann), PV (José Luiz Penna), PSOL (Juliano Medeiros), PCdoB (Luciana Santos), Rede (Wesley Diógenes) e Cidadania (Roberto Freire).

Movimentos que puxaram o primeiro ato público, como o MBL e o Vem para a Rua, não participaram da reunião. No entanto, é possível que a direita liberal seja convidada a comparecer aos atos.

A proposta do movimento é organizar um grande ato contra o presidente na Avenida Paulista às 15 horas do dia 2 com protestos nos Estados na parte da manhã. Os dirigentes pretendem convocar governadores e prefeitos de suas legendas para que estejam nas ruas nos protestos e mobilizem seus aliados.

 

 

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