
Por Fábio Campos
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Meio preferido para articulações de dez entre dez políticos brasileiros, o WhatsApp está desde o meio dia desta segunda-feira, 04, fora do ar e gerou um imenso vácuo nas trocas de informações, conversas e tomadas de decisões entre os agentes públicos. Como não há vácuo na política, a corrida para o Telegram foi o caminho de saída mais buscado.
A queda na rede afeta diretamente o jornalismo, que se acostumou a conversar com fontes de informações através do aplicativo que pertence ao Facebook, rede social que também saiu do ar. O Instagram, a rede social preferida dos influenciadores digitais, foi a outra do mesmo grupo a apresentar problemas.
Para ficar em um exemplo do impacto da queda no WhatsApp na política, o presidente Jair Bolsonaro é conhecido por usar o aplicativo com grande frequência quando manda seus recados para membros de sua base política.
Porém, quem mais sofre com a o transtorno são os pequenos comerciantes que, em grande parte, realizam seus negócios através do WhatsApp.
No Twitter, que manteve suas funções em pleno funcionamento, o comediante Marcelo Adnet aproveitou para fazer piada como o presidente Jair Bolsonaro. Adnet imitou a voz do presidente mandando um recado para o executivo. “Estou precisando espalhar uns memes, umas fake news aí e não tô conseguindo”, brinca o humorista.







