Especialista explica como empreendedores podem se diferenciar a partir da inovação

COMPARTILHE A NOTÍCIA

Inovação. Foto: Shutterstock

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

Em meio a um mercado cada vez mais competitivo, uma das possibilidades de sobrevivência para as empresas está na inovação. Para Rogério Barros, coordenador do Escritório de Gestão, Empreendedorismo e Sustentabilidade (EGES), da Universidade de Fortaleza, o conceito de inovação, muitas vezes, gera dúvidas na cabeça dos empreendedores. No entanto, ele explica que “inovação, de uma maneira bem simples, é você explorar ideias com sucesso. Inovação é um chamado à ação, um chamado para tirar as ideias do papel”.

Embora não esteja presente em todos os negócios e perfis profissionais, a inovação é uma habilidade que pode ser desenvolvida com capacitação, informação e muita criatividade. Porém, segundo Rogério, inovação não é apenas tecnologia, envolve também a cultura organizacional das empresas. “Precisa ser um ambiente que permita, por exemplo, a questão plural de opiniões a partir da participação de funcionários, para que a empresa consiga ter ideias divergentes e convergentes e, assim, trazer novos produtos, serviços e soluções”, afirma.

A pandemia acelerou esse processo de inovação das empresas, já que muitas precisaram se adaptar ao mundo digital, saindo do ponto de venda físico para atender em múltiplos canais online. E essa nova perspectiva também abriu espaço para que as não só as grandes, mas as pequenas empresas compreendessem um dos principais diferenciais competitivos atualmente: a experiência do cliente.

Com tecnologias e preços similares, inovar é um pré-requisito de sobrevivência para os empreendedores. Rogério Barros aponta alguns pontos que podem diferenciar uma empresa no mercado:

– Atendimento de qualidade, manter um bom relacionamento o cliente;

– Agilidade na entrega dos produtos e/ou serviços;

– Ter um propósito e conseguir entregar aquilo que promete;

– Estar atento às necessidades da sociedade;

Para quem quer começar um novo negócio e ser inovador, o coordenador do EGES identifica o exercício de identificar uma dor como o primeiro passo para desenvolver um empreendimento centrado no cliente. “As empresas surgem para sanar dores. Quais as dores de um mundo pós-pandêmico ou pandêmico, que experiências precisam ser levadas a um cliente que agora está voltando às atividades econômicas, mas com alguma desconfiança? ”, questiona. Além disso, também destaca a importância de monitorar o mercado, manter uma comunicação de excelência, analisar a concorrência e ter, acima de tudo, uma equipe engajada que acredita na proposta da empresa.

Dica: “Nunca pense que você tem todas as soluções possíveis sem escutar o mercado”.

Clique aqui para escutar o Podcast Mundo Fecomércio sobre Inovação e Empreendedorismo com a participação de Rogério Barros, coordenador do Escritório de Gestão, Empreendedorismo e Sustentabilidade (EGES), da Universidade de Fortaleza.

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Como Lula virou a eleição: AtlasIntel revela a mobilização histórica que derrotou Flávio Bolsonaro

O Real de Lula? Proposta de Lara Resende promete derrubar juros a 7,5% e enfrentar crise fiscal

O calmante do mercado tem nome: Geraldo Alckmin

André Fernandes, o bloquinho e a ilusão de conquistar Fortaleza dançando para convertidos

Lula: a vitória de um sobrevivente político diante de um Brasil que mudou

Extensão da votação abre caminho para judicialização do segundo turno; disputa pode chegar ao STF

As pesquisas apontam para Flávio, mas a urna ainda pode contrariar os números

Onde os fracos não têm vez: Datafolha mostra placar com Flávio com 47% e Lula 46%; Nos votos válidos, é 50 a 50

Atlas/Bloomberg: Flávio abre 2,2 pontos sobre Lula

O Brasil que não acabou: a escala 6×1 e a história das mudanças que prometiam o caos

Sócia da Fraport, Lufthansa compra metade da TAP e o Ceará pode ganhar uma nova ponte aérea com a Europa

Cláusula de barreira põe dois federais a mais no colo do PSB de Cid Gomes

MAIS LIDAS DO DIA

A catedral que não terminava nunca; Por Sérgio Jaborandy.