
Equipe Focus
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Com o aumento do crescimento do mercado de empreedorismo devido à pandemia e desemprego, houve também o aumento da frequência de ataques cibernéticos contra esse público.
De acordo com a ClearSale, especialista em soluções antifraude, as microempresas têm 252% mais tentativas de fraudes que a média das empresas.
Os fraudadores identificaram que os microempreenderores têm dificuldade para lidar com a análise de fraude. “As fraudes direcionadas a pessoas jurídicas, como o microempreendedor individual (MEI), são cada vez mais comuns”, aponta Henrique Braga, head de fraude empresarial da ClearSale.
O uso de dados de terceiros para abertura de lojas em nome de outras pessoas está entre as ações mais comuns. Diante disso, o criminoso cria empresas em seu próprio nome ou no de terceiros — esses indivíduos fornecem seus dados pessoais para compras e registro de bens. Depois, as usa para aplicar golpes.
As informações são do Canaltech.







