
Equipe Focus
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Um documento intitulado ‘Projeto de Nação’, finalizado em fevereiro e lançado na última semana, com a presença do vice-presidente Mourão, projeta o país com a manutenção do Bolsonaro pelos próximos 13 anos. Tal projeto, elaborado pelos militares dos institutos General Villa Boas, Sagres e Federalistas, consiste em tratar de vários temas, como a “integração da Amazônia no Brasil”, além da cobrança de mensalidade em universidades públicas e no SUS.
Coordenado pelo general Luiz Eduardo Rocha Paiva, ex-presidente do grupo Terrorismo Nunca Mais, ONG do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o primeiro militar brasileiro condenado por tortura, o intuito das sugestões é tornar o Brasil um lugar melhor para as próximas gerações. No texto, de aproximadamente 93 páginas, encontra-se sete eixos temáticos, como geopolítica mundial, governança nacional, desenvolvimento nacional, ciência, tecnologia e educação; saúde, e segurança e defesa.
No item que se direciona à Amazônia, os militares propõem flexibilização nas legislações referentes à exploração de minérios, assim como na regulamentação da participação do capital estrangeiro nas atividades. O documento é categórico quando aponta que é necessário “remover as restrições da legislação indígena e ambiental, que se conclua serem radicais nas áreas atrativas do agronegócio e da mineração”.







