
Equipe Focus
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O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, e sua candidata a vice Ana Paula (PDT), chegaram na tarde deste sábado, 1, ao ato de encerramento da campanha: uma carreata em Fortaleza, que contou com a participação do candidato do partido ao governo do Ceará, Roberto Cláudio. Com seu apadrinhado correndo o risco de perder as eleições dentro do seu reduto eleitoral, Ciro, que governou o Estado por dois mandatos (2007-2015) disse que voltava ao berço por vê-lo “ameaçado de cair na mão de uma pessoa que não tem a maior qualificação nem moral, nem intelectual, nem treinamento” para assumir o governo
Atualmente, o comando do Estado é disputado por Capitão Wagner (União Brasil), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e à frente nas pesquisas de intenção de voto, seguido por Elmano de Freitas (PT), apoiado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Roberto Cláudio ocupa o terceiro lugar da disputa.
Devido a um racha entre ele e seus irmãos, Ciro evitava comparecer ao Estado. Como mostrou o Estadão/Broadcast, o rompimento de uma aliança de 16 anos entre o grupo de Ciro e o PT no Ceará dividiu a família Ferreira Gomes. Enquanto Ciro optou, durante a reta final da campanha, em aumentar o tom de suas críticas contra Lula, o senador Cid Gomes (PDT-CE) e o prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PDT) – irmãos dele – evitaram dar apoio a Roberto Cláudio e fazer campanha para o petista Camilo Santana ao Senado. Na tentativa de se reaproximar do PT, Cid afirmou que não vai declarar voto para governador.
Agência Estado







