
Equipe Focus
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Entre divulgação de candidatos, ataques à oposição e apresentação de propostas, as campanhas eleitorais deste ano já investiram R$ 165 milhões para veicular publicidade de candidatos na internet, pelos anúncios patrocinados no Facebook e no Google.
O montante é 66% maior do que o utilizado em 2018, quando foram investidos R$ 99,4 milhões em Ads (com a correção adequada da inflação). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também informou que, de todo o valor, R$55,2 milhões foram investidos apenas no Facebook.
No total, foram 3.163 candidatos que realizaram investimentos, ante os 2.352 da última eleição. Quem mais investiu no Facebook foi Simone Tebet, candidata à Presidência da República pelo MDB. No total, a senadora aplicou R$1,93 milhão na campanha.
Em segundo e terceiro, ficam dois candidatos do Ceará: Elmano de Freitas, que concorre ao Governo do Estado (R$1,66 milhão) e o presidenciável Ciro Gomes (PDT), com R$ 1,22 milhão.
No Google, a liderança é encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com R$ 8,4 milhões. Em segundo está o presidente Jair Bolsonaro (PL), com investimento na casa de R$ R$ 4,2 milhões.
O crescimento de investimento na plataforma da empresa foi 319% maior em comparação a 2018. No total, já foram gastos mais de R$ 72,2 milhões, distribuídos em 46 mil anúncios.
Encerra-se hoje (1) o prazo para realizar os impulsionamentos de conteúdo relacionado a candidatos nas redes, obedecendo às normas do artigo 39 da Lei das Eleições (9.504/1997). No entanto, não é classificado como ilegalidade se o conteúdo tiver sido publicado antes da eleição e estiver em veiculação no dia do pleito.







