A discussão sobre execução provisória da pena a partir da condenação em segunda instância só deve voltar à pauta do STF em 2019. No evento promovido pelo Instituto dos Advogados de São Paulo, o presidente do STF, Dias Toffoli, afirmou que “a princípio, não vejo ainda condições de julgar esse caso. Deve ficar para o ano que vem”. Toffoli tem demonstrado que pretende distanciar o Supremo do ringue político, baixando a temperatura da pauta. Para ele, o “batismo das urnas” deve trazer tranquilidade. E garante: “seja quem for o escolhido pela maioria, deve ser respeitado, aceito como aquele que irá liderar o destino dessa grande nação, bem como aqueles que forem eleitos para a Câmara dos Deputados e ao Senado Federal”.
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