
Um grupo de cientistas detectaram o Parkinson, por meio da inteligência artificial, antes do surgimento dos primeiros sintomas. O estudo foi publicado na ACS Central Science. Na prática, a IA identifica compostos químicos específicos no sangue, chamados de metabólitos.
A equipe fez uso de amostras de plasma sanguíneo de 39 pacientes que desenvolveram Parkinson, e então comparou metabólitos com 39 participantes saudáveis.
Segundo o artigo, as pessoas que desenvolveram Parkinson tendiam a ter níveis mais baixos de triterpenóides no sangue, que lidam com o estresse do corpo em nível celular. Os pesquisadores também notaram a presença de substâncias chamadas PFAS em pessoas que mais tarde desenvolveram a doença.
A inteligência artificial mostrou uma capacidade de detectar o risco de Parkinson com precisão de até 96%. Por enquanto, a tecnologia está sendo disponibilizada para acesso de outros cientistas, porque a ideia é pesquisar as demais doenças que podem ser detectadas por meio de amostras de sangue.
Com informações do Canaltech







