
Equipe Focus
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Conhecido por ser um segmento que, historicamente entra primeiro na crise e sai por último, o mercado imobiliário voltado para a classe média dá sinais de recuperação.
É o que aponta levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Baseado em financiamentos para aquisições e construções de imóveis em 2018, alguns fatores justificam a retomada. Entre eles a confiança maior do consumidor, a promessa de um controle mais rígido pelo Governo nas contas públicas, além de juros menores para o consumidor.
Com relação ao financiamento imobiliário, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) mostrou que a concessão da modalidade cresceu 32,2% em janeiro com relação ao mesmo período de 2018. Ao todo, foram R$ 5,1 bilhões.
No Ceará, a perspectiva também é positiva, especialmente para 2019. É o que afirma Diogo Milanesi, gerente comercial da Simpex Dasart. “Acredito que existem oportunidades tanto para o médio e alto padrão quanto para o segmento econômico, que ainda representa uma fatia muito pequeno do mercado de Fortaleza e Região Metropolitana”, aponta.
Ele lembra que um imóvel ainda é o sonho de consumo das pessoas. “A aquisição da casa própria é um dos grandes marcos de sucesso e independência na vida das pessoas. Por isso e por mais uma série de fatores como a diminuição das taxas de juros, uma maior facilidade de acesso ao crédito e o retorno da confiança do consumidor no cenário econômico, acreditamos que a reação do mercado está muito próxima, acarretando consequentemente na queda dos estoques e no aumento do número de lançamentos”, explica.







