
Equipe Focus
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Não é novidade para qualquer leitor médio que Fortaleza concentra a maior fatia do PIB do Estado. De acordo com o Ipece, em 2019, a Capital cearense detinha 41,21% de toda a riqueza do Ceará, cerca de R$ 67,41 bilhões do montante de R$ 163,57 bilhões.
Nos últimos 17 anos, no entanto, há queda. Em 2022, Fortaleza respondia por 46,71% (R$ 13,41 bilhões) do PIB estadual, na época de R$ 28,71 bilhões.
A que se deve esse avanço? Os esforços para trazer renda, riqueza, empregos e qualificação de mão de obra para a Região Metropolitana e municípios com baixo IDH.
As dez regiões com maior participação no PIB do Ceará, em 2019, foram Fortaleza, como já citado, Maracanaú, Caucaia, Juazeiro do Norte, Sobral, São Gonçalo do Amarante, Eusébio, Aquiraz, Crato e Horizonte.
Dentre esses, sete pertencem a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), dois da região do Cariri e um região de planejamento Sertão de Sobral. Maracanaú apresentou um aumento em sua participação no PIB estadual, passando de 5,82%, em 2002, para 6,71%, em 2019.
Com relação aos municípios com menor participação no PIB estadual em 2019, mereceram destaque Granjeiro (0,03%), Pacujá (0,03%), Senador Sá (0,03%), Baixio (0,03%) e Umari (0,03%). Somados, eles representaram apenas 0,34% de tudo que é gerado no Ceará.







