Girão afirma que não irá apoiar ou protestar contra um governo, mas defenderá “princípios fundamentais”

COMPARTILHE A NOTÍCIA

Girão.  Foto: divulgação.

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

O senador Eduardo Girão adotou um tom neutro com relação aos protestos de 7 de setembro.

Em suas redes sociais, o parlamentar cearense escreveu: “Multidões ocupam as ruas neste 7 de setembro, num clamor para que sua voz não seja calada, para que o direito à liberdade de expressão seja respeitado e para que os desmandos de alguns ministros de tribunais superiores sejam freados.”

Destacou ainda que o Senado será cobrado, “pois é essa a Casa que tem a prerrogativa de analisar e julgar pedidos de impeachment contra ministros do STF”.

“É importante que cada um faça sua parte para que os atos sejam pacíficos, mas fiquemos atentos, pois pode haver quem tente macular essa legítima mobilização. Não podemos cair em provocações”, finalizou.

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Como Lula virou a eleição: AtlasIntel revela a mobilização histórica que derrotou Flávio Bolsonaro

O Real de Lula? Proposta de Lara Resende promete derrubar juros a 7,5% e enfrentar crise fiscal

O calmante do mercado tem nome: Geraldo Alckmin

André Fernandes, o bloquinho e a ilusão de conquistar Fortaleza dançando para convertidos

Lula: a vitória de um sobrevivente político diante de um Brasil que mudou

Extensão da votação abre caminho para judicialização do segundo turno; disputa pode chegar ao STF

As pesquisas apontam para Flávio, mas a urna ainda pode contrariar os números

Onde os fracos não têm vez: Datafolha mostra placar com Flávio com 47% e Lula 46%; Nos votos válidos, é 50 a 50

Atlas/Bloomberg: Flávio abre 2,2 pontos sobre Lula

O Brasil que não acabou: a escala 6×1 e a história das mudanças que prometiam o caos

Sócia da Fraport, Lufthansa compra metade da TAP e o Ceará pode ganhar uma nova ponte aérea com a Europa

Cláusula de barreira põe dois federais a mais no colo do PSB de Cid Gomes

MAIS LIDAS DO DIA

A catedral que não terminava nunca; Por Sérgio Jaborandy.