Sesa inicia nova pesquisa de soroprevalência em Fortaleza

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Teste de soroprevalência em Iguatu. Foto: Divulgação/Governo do Estado do Ceará.

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) inicia a quarta fase da pesquisa de soroprevalência em Fortaleza na próxima semana, 3. O inquérito soroepidemiológico ocorre até a sexta-feira, 13.

Durante a pesquisa, serão feitos exames de swab nasal, para RT-PCR, e coleta de sangue venoso. O estudo vai estimar o percentual de pessoas que desenvolveu anticorpos da COVID-19, na Capital.

O levantamento é dividido em fases. A primeira ocorreu entre os dias 2 e 15 de junho, a segunda fase entre os dias 13 e 20 de julho. No mês de setembro, foi realizada a terceira fase com jovens estudantes matriculados na rede pública e privada da Capital. Em cada uma das fases, foram testadas 3.300 pessoas. A pesquisa é realizada pelo Governo do Ceará, por meio da Sesa, pela Secretaria de Saúde de Fortaleza, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Instituto Opnus.

Na segunda-feira, 2, os 250 profissionais da saúde e de apoio que participarão do projeto vão passar por um treinamento na Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP). A população de 112 bairros de Fortaleza será avaliada nesta quarta etapa do inquérito soroepidemiológico. Serão realizados 3.300 testes entre o sorológico e de swab nasal para RT-PCR, além de entrevistas com os moradores.

Testagens
A coleta de sangue venoso para exame sorológico detecta a presença de anticorpos quantitativos para a Covid-19. Assim, dá mais detalhes sobre a presença do anticorpo na amostra de sangue coletada. Os pesquisadores aplicam um questionário com informações sobre sexo, idade, escolaridade, condições de saúde e possíveis sintomas que o cidadão tenha sentido recentemente.

Já o RT-PCR, teste de biologia molecular, detecta a presença do vírus no paciente. Trata-se da coleta de amostras de secreção do fundo do nariz por meio da introdução de um swab (cotonete).

Todas as amostras coletadas serão analisadas pela Fundação Oswaldo Cruz, que fica localizada no Eusébio.

Como reconhecer o pesquisador
Os pesquisadores portam crachá de identificação, termos de consentimento para participação e panfleto informativo da pesquisa, bem como estão paramentados com todos os equipamentos de segurança: touca, avental, óculos, máscara e luvas. Todos são treinados para aplicação dos testes e sobre os procedimentos de biossegurança.

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