
Equipe Focus
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Após supostas pressões sofridas pelos médicos do Ceará para atestarem falsamente óbitos por COVID-19, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto (PDT), informou que encaminhou pedido de investigação protocolado pelo Sindicato dos Médicos ao Ministério Público do Ceará (MPCE).
O requerimento foi aprovado de forma remota nas Comissões de Orçamento, Finanças e Tributação (COFT) e de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP).
O parlamentar declarou que os colegas da Assembleia Legislativa conhecem as informações mediante apresentação de nota divulgada pela entidade. “Não pode renunciar à sua liberdade profissional, nem permitir que quaisquer restrições ou imposições possam prejudicar a eficiência e a correção do seu trabalho”, disse o parlamentar.
“Eu sou médico, como temos vários médicos aqui (na Assembleia). E uma das grandes dificuldades é preencher um atestado de óbito. Porque ele tem um aspecto legal. Para além do comprometimento da relação médico e família, existe um aspecto legal”, destacou.
Também foi aprovado nas comissões COFT e CTASP convidaram o presidente do Sindicato dos Médicos a participar de reunião virtual para prestar esclarecimentos sobre a denúncia.
“Que o sindicato, através do seu presidente, venha dizer quem é que está denunciando, quem são os médicos que estão se submetendo a essa pressão e quem está pressionando. Nessa situação atual que vivemos, eu compreendo que, para além de um desserviço, é um crime contra a saúde pública”, comentou. “Por defender posição A ou B ideologicamente, não podemos sepultar a verdade”, finalizou.







