
Equipe Focus
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Um estudo conduzido por pesquisadores do Hospital Shenzhen Kangning, na China, mostra que beber cerveja pode ser um fator de risco para contrair a COVID-19. No entanto, o vinho pode ter uma barreira protetora contra a doença.
Foram analisadas mais de 473 mil pessoas e cerca de quase 17 mil receberam o diagnóstico para COVID-19. Os pesquisadores ressaltaram que o consumo de cidra e cerveja aumento o risco de contrair o coronavírus, independentemente da quantidade e da frequência ingerida. O consumo de destilados (cinco copos por semana ou mais) aumentou as chances de ficar doente.
Por outro lado, pessoas que possuem um alto consumo de vinho tinto em seu histórico (ingestão de cinco copos por semana ou mais), apresentaram menor capacidade de contrair a COVID-19. O mesmo ocorreu com aqueles que consomem champanhe e vinho tinto.
“O risco de COVID-19 parece variar entre os diferentes subtipos, frequência e quantidade de bebidas alcoólicas. Vinho tinto, vinho branco e champanhe têm chances de reduzir o risco de COVID-19. O consumo de cerveja e cidra e bebidas espirituosas e bebidas pesadas não são recomendados durante as epidemias. As orientações de saúde pública devem se concentrar na redução do risco de COVID-19, defendendo hábitos de vida saudáveis e políticas preferenciais entre os consumidores de cerveja, cidra e bebidas espirituosas”, destaca a pesquisa.
O estudo completo pode ser acessado em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnut.2021.772700/full







