Líder do PL na Câmara diz que prazo razoável para PEC da transição é de um ano

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Brasília – Câmara dos Deputados realiza sessão plenária para análise e votação do projeto de lei complementar (PLC 257/16) que trata da renegociação da dívida dos estados (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

O líder do PL na Câmara, Altineu Côrtes (RJ), afirmou neste sábado, 2, que o partido apoia a continuidade do Auxílio Brasil em R$ 600 proposto pela PEC da Transição, mas que o prazo de vigência do texto deve ser de apenas um ano.

“O prazo que a gente considera razoável é o prazo de um ano, até porque os novos parlamentares, o novo Congresso foi eleito e vai ter oportunidade de discutir qualquer mudança que queira se fazer para 2024?, disse Côrtes à CNN.

De acordo com o líder, as outras mudanças propostas pela PEC, fora o Auxílio de R$ 600, serão discutidas pela bancada do partido. “Qualquer coisa além dos 600 reais a nossa bancada vai se reunir e vai decidir qual é o melhor caminho. Manter os 600 do Auxílio Brasil já havia sido um compromisso do presidente Bolsonaro e do PL”, afirmou.

O texto da proposta, protocolado no Congresso, prevê, por quatro anos, um gasto de R$ 198 bilhões fora do teto de gastos.

Desse valor, R$ 175 bilhões seriam para bancar os R$ 600 do benefício do Auxílio Brasil junto com um bônus de R$ 150 para cada criança de até seis anos. O restante, advindo de receitas extraordinárias, poderia ser destinado a investimentos.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), há a expectativa de que o texto seja votado na Comissão de Constituição de Justiça do Senado na próxima terça-feira, 6, mas ainda não foi oficializado. O nome do relator da PEC deve ser definido na segunda-feira, 5.

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