Quem é Chiquinho Brazão e por que foi citado em delação sobre o assassinato de Marielle

COMPARTILHE A NOTÍCIA

Chiquinho Brazão. Foto: Agência Câmara

O clã Brazão detém influência política em âmbito municipal, estadual e federal, com representantes em cargos na Câmara Municipal e Assembleia do Rio, além da Câmara dos Deputados e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Chiquinho Brazão é o representante no Congresso.

As votações dos irmãos Brazão foram construídas no eleitorado dos bairros da zona oeste da capital fluminense. Antes de chegar ao Congresso, Chiquinho foi vereador na Câmara do Rio por 14 anos. Em 2018, foi eleito pela primeira vez deputado, e reeleito em 2022.

As primeiras associações da família Brazão ao caso Marielle Franco vieram à tona em 2019, quando relatório da Polícia Federal apontou Domingos Brazão como o “principal suspeito de ser autor intelectual” dos assassinatos da vereadora e do motorista. O conselheiro do TCE sempre negou a participação no crime. Ele já havia sido denunciado pela então procuradora-geral da República Raquel Dodge, em 2019, por atrapalhar a investigação, mas a Justiça do Rio rejeitou o pedido de denúncia

Em 2017, Domingos chegou a ser preso numa operação que apurou corrupção no TCE-RJ. Ficou afastado por seis anos. De volta ao tribunal, ele ainda mantém influência política, Em eleições passadas, chegou a emprestar o sobrenome a outros candidatos sem parentesco com ele.

Em outubro do ano passado, o ex-policial militar Élcio Queiroz – o primeiro acusado a assumir a coparticipação no assassinato – também citou o conselheiro em delação.

Como mostrou o Estadão, de 2019 a 2023, Chiquinho Brazão desembolsou R$ 200 mil de verba indenizatória da Câmara abastecendo no posto de gasolina de um sócio, a oito quilômetros do seu escritório político no Rio. No caminho até lá, o parlamentar passa por outros sete postos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Atlas/Focus: Lula mantém vantagem larga no Ceará, mas avanço de Flávio reduz distância

Atlas + Focus: Cid lidera consolidado, Luizianne encosta e Wagner mantém disputa aberta entre os três primeiros

Focus/Atlas: O placar muda com Elmano 48,5% x Ciro 48% e disputa entra na reta final em claro empate técnico

Entenda a super sexta-feira: três pesquisas e três fotografias em uma disputa que continua aberta

O fundamento da crise se deu quando a política passou a pedir ao Supremo que resolvesse a política

Alerta: IA se organiza sozinha, forma uma “gangue” e ataca

Três pesquisas medem o mesmo Ceará e encontram distâncias diferentes entre Ciro e Elmano

Focus + Atlas para o Senado: Cid e Luizianne empatam na liderança; Wagner e Alcides travam disputa pela direita

Ciro e Elmano

Focus Poder/Atlas: Ciro lidera, Elmano encosta e diferença cai para 2,6 pontos

Atlas/Focus Poder, Datafolha e Quaest: três pesquisas em campo no Ceará deixam mercado político nervoso

Atlas/Bloomberg: Lula lidera 1º turno, mas entra na eleição com rejeição maior que aprovação

Data centers: Congresso começa a discutir política para setor que já movimenta mais de R$ 380 bilhões no Ceará

MAIS LIDAS DO DIA

No data was found