Camilo aborda mal-estar com greve nas universidades e promete nova solução até sexta

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Foto: Divulgação

O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), anunciou que o governo está preparando novos recursos para atender às demandas dos servidores técnico-administrativos e professores das universidades e institutos federais, que estão em greve em várias partes do país.

“O governo já indicou recursos adicionais para que possamos negociar com os servidores técnicos e professores não apenas o plano de cargos e salários, mas também o aumento salarial para esta categoria”, afirmou Santana. Uma nova proposta será apresentada na sexta-feira, dia 19.

Santana fez essas declarações durante uma reunião da Comissão de Educação do Senado, onde discutiu a greve dos servidores das instituições federais de ensino. Ele destacou os esforços do governo para encerrar o movimento grevista, observando que o Ministério da Educação não tinha recursos suficientes para aumentar a proposta para os servidores.

“O orçamento do MEC não permite qualquer aumento adicional, seja para pessoal ou para servidores. Portanto, haverá uma complementação orçamentária dentro do espaço fiscal disponível”, explicou o ministro, sem revelar o valor reservado para os professores e técnicos administrativos.

Santana também expressou sua visão sobre greves, afirmando que elas ocorrem quando o diálogo se esgota e não há mais possibilidades de melhorias. Ele enfatizou que a grande preocupação desta greve é o impacto negativo no Brasil e nos alunos.

A greve, que teve adesão de pelo menos 360 unidades de ensino desde o início do mês, tem como demandas principais a recomposição salarial, variando de 22,71% a 34,32% dependendo da categoria, e a reestruturação das carreiras técnico-administrativas e docentes.

Os professores das universidades federais também iniciaram uma greve nacional, rejeitando a proposta do Ministério da Gestão, que ofereceu reajuste de 22,71% em três parcelas anuais. O sindicato dos docentes das instituições do ensino superior destacou que a proposta do governo era de aumento zero nos salários, com ajustes apenas em benefícios como auxílio-alimentação e assistência pré-escolar.

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