Quaest Fortaleza, segundo turno: André e Evandro empatados com 43%

COMPARTILHE A NOTÍCIA

O fato: Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira, 18, põe André Fernandes e Evandro Leitão tecnicamente empatados na disputa pelo segundo turno em Fortaleza. Ambos aparecem com 43% das intenções de voto no levantamento estimulado.

Indecisos somam 4%. Branco/Nulo/Não Vai Votar totalizam 10%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

Números:

André Fernandes (PL): 43%
Evandro Leitão (PT): 43%
Indecisos: 4%
Branco/Nulo/Não vai votar: 10%

Metodologia: O levantamento, contratado pela TV Verdes Mares, foi realizado pelo instituto Quaest e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo CE- 01540/2024. Ao todo, foram ouvidos 900 eleitores de forma presencial.

Pesquisa Focus Poder/AtlasIntel votos válidos: André 51% x Evandro 49%

Evandro x André: 43 vereadores eleitos já escolheram quem apoiar

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Em meio à batalha judicial, Eneva e Diamante iniciam investimento de R$ 6 bi em energia e infraestrutura no Pecém

O Ceará em meio ao confronto bilionário entre o Rei dos Ventos e o Rei do Gás

Atlasintel reage à decisão do TSE

A palavra “traidor” muda de lado na disputa política cearense

Cid admite disputar Senado e movimenta xadrez político de 2026 no Ceará

Mais um dia sem homicídio no Ceará: os efeitos políticos e eleitorais do fato

AtlasIntel: áudio de Vorcaro derruba Flávio e Lula dispara na corrida eleitoral

Vídeo: As marcas dos tiros no peito de Cid Gomes e o ruidoso silêncio de uma ruptura

Entre o discurso do colapso e alianças instáveis, Ciro tenta reconstruir seu poder no Ceará

Vídeo de Alcides liga Ciro ao núcleo de Flávio logo após caso Vorcaro

Relação de Flávio com Vorcaro faz Michelle entrar no radar presidencial

Alece vai batizar rodovia do Cumbuco com nome de Lúcio Brasileiro

MAIS LIDAS DO DIA

Camilo diverge de Lula e apoia classificação de facções como terroristas

A marca de milhões que o INPI barrou: A lição por trás do caso CazéTV. Por Frederico Cortez