📉 Pesquisa Futura: Aprovação de Lula derrete e só 1 em cada 4 avalia governo como bom

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Nova pesquisa Futura mostra pior índice desde o início do mandato; economia pesa na insatisfação

 

Por que importa:
A avaliação positiva do presidente Lula (PT) caiu para 23,9%, o pior nível desde janeiro de 2023. O desgaste político, as crises do IOF, INSS e Pix e a percepção negativa da economia puxaram o humor do eleitorado para baixo. A pesquisa indica que a eleição de 2026 já começou — e Lula entra em campo com desvantagem.

 

Os números:
* 23,9% avaliam o governo como ótimo ou bom (queda de 8 pontos)
* 51,1% consideram ruim ou péssimo (alta de 2,8 pontos)
* 24,2% acham regular
* 0,8% não sabem ou não responderam

Essa é a maior diferença negativa entre avaliações positiva e negativa desde o início do governo.

 

Mau humor econômico domina
A popularidade acompanha a piora na percepção da economia:

* 60,3% dizem que a economia está ruim ou péssima
* Apenas 11,7% avaliam como ótima ou boa
* A avaliação negativa subiu 8 pontos desde agosto de 2024
* Desemprego real caiu para 6,2%, mas só 26% acham que o mercado de trabalho vai bem

“O emprego cresceu, mas não com a qualidade que a população espera”, diz José Luiz Orrico, diretor da Futura.

O que está por trás da queda:
* Crises como a do INSS, com suspeitas de fraudes, desgastaram o governo
* A tentativa frustrada de manter o aumento do IOF foi lida como insensível e gerou a primeira derrubada de um decreto presidencial em 33 anos
* Dificuldades fiscais podem comprometer programas sociais como o Pé-de-Meia e o Minha Casa, Minha Vida

Boca de jacaré escancarada

“A diferença entre avaliação positiva e negativa nunca foi tão grande”, alerta Orrico.
“O Centrão já desembarcou, e Lula pode ficar sem apoio para aprovar qualquer medida relevante.”

O que vem agora:
* Governo enfrenta o Congresso sem margem de manobra
* Com queda na popularidade e limitações orçamentárias, Lula depende de reviravoltas para recuperar força em 2026
* O eleitor está mais atento ao preço da comida, da passagem e da escola do filho do que ao PIB ou ao número de empregos formais

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