Ceará é 2º do Norte e Nordeste em empregos formais na indústria em 2025; Elmano comemora

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O Ceará encerrou 2025 com o segundo maior número de empregos formais na indústria entre os estados das regiões Norte e Nordeste, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (29), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

“Esse resultado vai além dos números: significa mais renda, estabilidade e oportunidades para milhares de famílias cearenses, além de reforçar a indústria como motor do desenvolvimento estadual. O trabalho não para, com a missão de consolidar ainda mais uma política consistente de atração de investimentos e fortalecer a nossa indústria”, disse o governador Elmano de Freitas.

De janeiro a dezembro, o estado contabilizou um total de 290.630 trabalhadores com carteira assinada no setor industrial, atrás apenas da Bahia, com 325.154 vínculos, enquanto Pernambuco ocupou a terceira colocação, com 258.556 empregos.

“O desempenho da indústria cearense reforça seu papel estratégico na geração de emprego e renda e reflete os resultados de uma política consistente de incentivos liderada pelo governador Elmano de Freitas. Mesmo em um ano desafiador, marcado pelo tarifaço dos Estados Unidos, o diálogo com o setor produtivo e a agilidade das ações do Governo do Ceará foram decisivos para mitigar impactos e preservarmos a economia local”, destaca o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Danilo Serpa, responsável pela operacionalização do Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI) do Estado.

Para o titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), Domingos Filho, os números são reflexo direto de uma gestão comprometida. “Esse resultado comprova a importância do trabalho contínuo do governador Elmano de Freitas na consolidação de políticas públicas que incentivam o desenvolvimento econômico do Ceará. É através dessa dedicação constante que conseguimos atrair novos investimentos, garantindo a geração de empregos e mais renda para os cearenses em todas as regiões. Tratam-se de políticas de incentivo aliadas à oferta de infraestrutura adequada, como galpões industriais, e que têm sido decisivas para atrair empresas e garantir a permanência e expansão dessas indústrias no estado”, reforça o secretário.

Entre os segmentos que mais contribuíram para o desempenho da indústria cearense estão os setores de calçados (69.005 empregos), alimentos (45.080), confecção (41.835), minerais não metálicos (13.997), têxtil (13.780), produtos de metal (9.102), bebidas (7.638), produtos de borracha (7.207), móveis (7.166) e químico (7.151).

Na última segunda-feira (26), o Governo do Ceará, por meio do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado (Condec), aprovou 130 novos pleitos de empresas interessadas em investir ou ampliar suas operações em território cearense. Somados, os projetos preveem mais de R$ 1 bilhão em investimentos privados e a geração de cerca de 5 mil novas oportunidades de trabalho no Ceará.

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