
Equipe Focus
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Enfim, chegou o tão aguardado dia das grandes promoções; a famosa Black Friday. Neste ano, o comércio eletrônico projeta crescimento de 18% em relação ao ano passado. O mercado deve faturar cerca de R$ 3,07 bilhões, segundo pesquisa da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) e da consultoria Ebit/Nielsen.
Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que a megapromoção deste ano movimente R$ 3,67 bilhões em vendas, registrando o maior faturamento em uma década.
A campanha comercial tem superado a desconfiança do consumidor desde 2010, quando foi realizada pela primeira vez no Brasil. A Black Friday forçou readaptação e estruturação do mercado para acompanhar a mudança do perfil do consumidor brasileiro mais exigente com as promoções relâmpagos.
Para atender as denúncias de fraudes da Black Friday, fiscais da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) ficarão de plantão, na sede do Procon, no Centro. Nos últimos 30 dias, técnicos do Procon acompanharam a evolução de preços de 190 produtos no comércio virtuais e nas lojas físicas da capital cearense.
Como surgiu a Black Friday?
Nos anos 1960, policiais da cidade de Filadélfia usavam o termo Black Friday para se referir à sexta-feira após o Dia de Ação de Graças. No sábado acontecia um clássico do futebol americano universitário, entre os times da Academia do Exército Americano (Army Black Knights) e o da Academia da Marinha (Navy Midshipmen).
Com isso, a cidade ficava abarrotada ainda na sexta e vinha gente de carro do país todo para assistir à disputa. Os comerciantes se aproveitavam da grande movimentação e ofertavam promoções para atrair os clientes. Porém, o termo e as promoções pós Ação de Graças, só se popularizaram mesmo no resto dos EUA depois dos anos 1980.
No Brasil foi realizado pela primeira vez em 2010 e, neste ano, a Black Friday brasileira deve superar as expectativas com o maior faturamento já registrado.







