
Preso desde de março de 2016, Raul Schmidt será o primeiro preso a ser extraditado pela Operação Lava-Jato. Depois da decisão do Tribunal Constitucional de Portugal de não aceitar o recurso interposto pela Defesa de Schmidt, o Tribunal de Relações de Lisboa determinou que Schmidt fosse encaminhado a justiça brasileira.
Raul Schmidt é investigado por operacionalizar o pagamento de propinas para ex-diretores da Petrobras Renato de Souza Duque, Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada, alvos da Lava Jato, além de aparecer como preposto de empresas internacionais na obtenção de contratos de exploração de plataformas da Petrobras.
Como possui dupla nacionalidade, brasileira e portuguesa, ficou condicionado que o julgamento no Brasil só ocorra por atos praticados antes da obtenção da nacionalidade portuguesa, que aconteceu em 2011.







