
Por Edvaldo Araújo
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A ausência da OABCE da mesa de discussão sobre a crise de segurança pública gerou críticas entre os operadores do Direito no estado. Apesar de ser signatário do projeto Ceará Pacífico, a entidade acabou não sendo convidada para os encontros convocados pelo Governo do Estado para discutir a situação. Nesta segunda-feira, 29, estava marcada uma reunião para debater uma possível solicitação de intervenção federal no Estado, mas a diretoria acabou adiando para quarta-feira, 31.
O secretário adjunto e corregedor geral da Ordem, advogado Fábio Timbó, criticou a decisão do Governo do Estado de não convocar a OAB para participar das reuniões sobre a crise de segurança pública. Para ele, a postura do Governo é resultado da falta de protagonismo da entidade, que tem demorado para tomar decisões importantes para sociedade. Timbó defendeu uma postura mais proativa da entidade.
A OABCE emitiu uma nota sobre o caso já na noite de sábado, quando o assunto já tomara proporções nacionais. Leandro Vasques, presidente do Conselho Estadual de Segurança Pública, Mário Vitor, presidente da Comissão de Direito Penitenciário, e o diretor da Faculdade de Direito da UFC, Cândido Albuquerque, também usaram as redes sociais para manifestar a indignação com relação a chacina.







