
Equipe Focus
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Os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicou que os preços do conjunto de alimentos básicos aumentaram em 16 capitais em relação a março. O relatório divulgado nesta segunda-feira, 11, mostra que Fortaleza se encontra em 10º lugar na lista de cidades onde a cesta básica está mais cara.
O modo como a pesquisa é realizada foi diferente por conta do isolamento social. A solução encontrada foi uma tomada de preços nos estabelecimentos que fazem parte da amostra regular da pesquisa, por telefone, e-mail, consultas na internet e em aplicativos de entrega.
Em abril deste ano, o conjunto dos 12 produtos que compõem a cesta básica de Fortaleza registrou inflação de 1,55%. Houve alta nos preços de oito dos 12 produtos. Isso fez com que um trabalhador, para adquirir, respeitadas as quantidades definidas para a composição da cesta, tivesse que desembolsar R$ 482,46.
Considerando o valor e, tomando como base o salário mínimo vigente no país de R$ 1.045,00, pode-se dizer que o trabalhador teve que desprender 101 horas e 34 minutos de sua jornada de trabalho mensal para essa finalidade. O gasto com alimentação de uma família padrão (dois adultos e dois crianças) foi de R$ 1.447,38.







