Equipe Focus
O Conselho Nacional de Justiça resolveu arquivar 11 procedimentos abertos contra magistrados, durante a eleição, por manifestações em redes sociais. A medida, contudo, segundo o presidente do Conselho, ministro Dias Toffoli, não pode ser visto como conivência. “Pelo contrário, como se trata de um tema novo, vamos trabalhar para a formação, qualificação e orientação dos magistrados em relação aos cuidados que devem ter na utilização das redes sociais, para não comprometer a imagem do Poder Judiciário e a imparcialidade e neutralidade da Justiça”, disse o ministro Toffoli.
Entre eles os magistrados que poderiam ter que responder por suas ações nas redes sociais estavam o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, responsável pela Lava Jato, o ministro do Tribunal Superior do Trabalho Ives Gandra Martins Filho, e o desembargador Ivan Ricardo Garísio Sartori, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).







