
Nos momentos em que o grupo central do plano para manter o ex-presidente Bolsonaro (PL) na presidência se concentrava em finalizar detalhes do golpe, posteriormente descoberto pela Polícia Federal, a atividade na casa localizada no Lago Sul de Brasília, onde parte da estratégia foi concebida, estava em pleno vapor.
Segundo o Metrópoles, senadores bolsonaristas estiveram no “quartel-general do golpe”. Entre eles, Guaracy Silveira (PP), suplente de Kátia Abreu, que estava exercendo o mandato na época, e o senador cearense Eduardo Girão (na época, filiado ao Podemos).
O cearense, aliás, teria sido responsável por levar outros congressistas, como Van Hattem, para falar com o general Braga Netto, no QG.
A justificativa para as reuniões na casa era a mesma para todos: afirmaram que estavam discutindo a auditoria das urnas.







