Eleições 2026 têm 20,5 mil pedidos de candidatura, 8,7 mil a menos que em 2022

COMPARTILHE A NOTÍCIA

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizou 20.530 pedidos de registro de candidatura para as eleições de 2026. O número representa uma redução de 8.732 solicitações em relação ao pleito de 2022. Os dados foram atualizados na manhã desta terça-feira (18).

Do total, 13.374 candidaturas são de homens, que representam 65% dos registros, enquanto 7.156 são de mulheres, correspondendo a 35%.

Deputado estadual concentra maior número de candidaturas

A maior quantidade de pedidos é para o cargo de deputado estadual, com 11.103 registros. Na sequência aparecem deputado federal, com 7.636, e deputado distrital, com 420.

Também foram registrados 315 pedidos para senador, 196 para governador e 13 para presidente da República.

Na relação entre candidaturas e vagas disponíveis, deputado distrital apresenta a maior concorrência, com 17,5 candidatos por vaga. Para deputado federal, são 14,88 candidatos por cadeira.

Maioria dos candidatos tem entre 45 e 54 anos

Entre os registros que informaram identidade de gênero, 11.758 candidatos se declararam cisgênero, o equivalente a 99,07%. Outros 107 se identificaram como transgênero e três não informaram. O uso de nome social foi declarado por 53 candidatos.

A faixa etária com maior número de candidaturas é a de 45 a 49 anos, com 3.538 registros. Em seguida aparecem candidatos de 50 a 54 anos (3.176), 40 a 44 anos (2.986) e 55 a 59 anos (2.581).

Candidatos brancos são maioria

Na autodeclaração de cor ou raça, 10.013 candidatos se declararam brancos, correspondendo a 48,77% dos registros.

Os pardos somam 7.418 candidaturas (36,13%), enquanto aproximadamente 2,8 mil candidatos se declararam pretos, o equivalente a 13,64%.

O TSE registra ainda 191 candidatos indígenas e 108 amarelos.

Entre os candidatos indígenas, as etnias com maior número de registros são Makuxí, com 13 candidatos, e Guarani Kaiowá, com 12. Também aparecem Guaraní, Mundurukú, Múra e Terena, entre outras.

Mais da metade tem ensino superior completo

O ensino superior completo é o nível de escolaridade mais informado pelos candidatos, presente em 58,57% dos registros.

Na sequência estão ensino médio completo, com 21,41%, e ensino superior incompleto, com 10,58%.

Também foram registrados candidatos com ensino médio incompleto (3,56%), ensino fundamental incompleto (2,94%) e ensino fundamental completo (2,58%). Outros 73 candidatos declararam saber apenas ler e escrever, representando 0,36% dos registros.

Empresário lidera entre as ocupações

A ocupação mais comum entre os candidatos é empresário, com 2.576 registros.

Na sequência aparecem advogados (1.691), deputados (874), vereadores (811), policiais militares (569), médicos (558) e servidores públicos estaduais (541).

Outras 2.709 candidaturas foram classificadas pelo TSE na categoria “outras ocupações”.

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

André Fernandes, o bloquinho e a ilusão de conquistar Fortaleza dançando para convertidos

Lula: a vitória de um sobrevivente político diante de um Brasil que mudou

Extensão da votação abre caminho para judicialização do segundo turno; disputa pode chegar ao STF

As pesquisas apontam para Flávio, mas a urna ainda pode contrariar os números

Onde os fracos não têm vez: Datafolha mostra placar com Flávio com 47% e Lula 46%; Nos votos válidos, é 50 a 50

Atlas/Bloomberg: Flávio abre 2,2 pontos sobre Lula

O Brasil que não acabou: a escala 6×1 e a história das mudanças que prometiam o caos

Sócia da Fraport, Lufthansa compra metade da TAP e o Ceará pode ganhar uma nova ponte aérea com a Europa

Cláusula de barreira põe dois federais a mais no colo do PSB de Cid Gomes

Com aplausos, Kátia Abreu expõe incômodo no PT: “Paulistas sem voto” e “menos Janja, mais Alckmin”

Atlas/Focus para presidente no Ceará: Lula amplia vantagem e chega a 60,8%; Flávio tem 28,9%

Atlas/Focus: dobradinha Cid-Luizianne soma 59,6% dos votos válidos para o Senado

MAIS LIDAS DO DIA

Refundação de coisa feita e de um elo perdido; Por Paulo Elpídio

Ambidestro: liderar entre o que funciona e o que precisa mudar e o Terceiro Paraíso; Por Marco Dalpozzo