
Equipe Focus
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O Focus inicia a cobertura especial da candidatura do ex-ministro Ciro Gomes na disputa pelo Palácio do Planalto nesta quarta-feira, 20. A convenção, na sede nacional do partido, em Brasília (DF), foi a primeira entre os presidenciáveis. A decisão foi tomada por unanimidade.
– “Vou propor, começando de mim mesmo, o fim da reeleição. Abrindo mão desse direito, sem acrescentar mais um dia ao meu mandato”, aponta Ciro.
– “Faz 11 anos que o Brasil não cresce nada, pela primeira vez em 120. 3 anos de Bolsonaro, 7 de PT. O mesmo modelo”, explica.
– “Cabe a minha gratidão ao André Figueiredo. É pro resto da vida, meu irmão, por tudo que você tem feito por nós, pelo partido e pelo nosso Ceará”, disse Ciro.
– Segundo Ciro, o Brasil chegou a essa situação porque a esquerda e direita são cumplices.
– “O que o Lula conseguiu foi parir o bolsonarismo”, disse Ciro.
– Ciro agradeceu ao Ivo e Cid Gomes, seus irmãos.
– Izolda Cela, única governadora do partido, estava reunida “com as secretarias da Saúde e Casa Civil para tratar das diversas ações visando a melhoria da nossa rede de atendimento. Temos ampliado nossos equipamentos públicos para todo o Ceará e os serviços prestados à população, como a multiplicação de leitos de UTI em todas as regiões”.
– “Todo brasil tem meu respeito, mas tenho que falar de onde venho, quero cumprimentar o futuro governador de todos cearenses, Roberto Cláudio. Vá lá, meu irmãozinho, e una o nosso povo, nosso povo tá ameaçado”, disse Ciro.
– Ciro cumprimentou Carlos Lupi e o chamou de “militante número 1 do trabalhismo brasileiro”.
Ciro entra no palanque, depois de 1h24 minutos, e agradece a presença dos convidados, pré-candidatos e aliados do PDT.
– “Nós que seremos candidatos, temos uma obrigação de não entrar nessa conversinha furada de que o jogo tá resolvido”, finalizou RC.
– “Um nome para tirar o Brasil da mesma formula política e econômica é o grande brasileiro Ciro Ferreira Gomes”, disse o ex-prefeito de Fortaleza.
– Roberto Cláudio entra e agradece a oportunidade. “O grande sistema obriga o brasileiro a optar entre um presente de trevas e um passado de muitos e graves equívocos morais e políticos”, disse.







