
Equipe Focus
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Ignorando o nome do ex-presidente Bolsonaro (PL), Lula (PT) enfatizou, em seu primeiro discurso como 39º presidente, que o governo anterior destruiu as políticas públicas do Brasil e dilapidou as estatais e os bancos políticos.
“O diagnóstico que recebemos do gabinete de transição é estarrecedor. Esvaziaram os recursos da saúde, desmontaram a educação, a cultura, ciência e tecnologia”, disse. “Destruíram a proteção ao meio ambiente. Não deixaram recursos para a merenda escolar, a vacinação, a segurança pública”, criticou o petista.
O presidente continuou: “A liberdade que sempre defendemos é a de viver com dignidade, com pleno direito de expressão, manifestação e organização. A liberdade que eles pregam é a de oprimir o vulnerável, massacrar o oponente e impor a lei do mais forte acima das leis. O nome disso é barbárie”, complementou.
“Não carregamos nenhum ânimo de revanche contra os que tentaram subjugar a nação a seus desígnios pessoais e ideológicos, mas vamos garantir o primado da lei. Quem errou responderá por seus erros, com direito amplo de defesa, dentro do devido processo legal”, apontou Lula ainda sem citar o nome do ex-presidente. “Ao ódio, responderemos com amor. À mentira, com verdade. Ao terror e à violência, responderemos com a lei e suas mais duras consequências”.
Por último, o petista argumentou que irá revogar os decretos editados que ampliaram o acesso a armas e munições pela população brasileira. “Que tanta insegurança e tanto mal causaram às famílias brasileiras. O Brasil não quer mais armas, quer paz e segurança para seu povo”, contou. Também afirmou que o SUS foi a instituição mais perseguida e prejudicada por “uma estupidez chamada teto de gastos, que haveremos de revogar”.
Confira na íntegra:







