
Levantamento feito pelo Estadão em quatro tribunais regionais (SP, PB, GO e ES) concluiu que houve queda de 67% na quantidade de ações trabalhistas no período entre 11 de novembro (dia em que as novas leis entraram em vigor) e 6 de dezembro. A comparação é com a média mensal calculada de janeiro a novembro de 2017.
Segundo o jornal, os advogados frearam a entrada de ações para “sentir a direção do vento”. Como a aplicação da reforma ainda provoca dúvidas entre magistrados, os trabalhadores são aconselhados a esperar até que sejam tomadas as primeiras decisões. As maiores dúvidas dizem respeito à aplicação da nova litigância de má-fé e o pagamento de honorários para o advogado da parte vencedora, a chamada sucumbência.
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