“O extremismo e fanatismo vêm dos dois lados”, diz Wagner sobre apoio de Lula e Bolsonaro

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Capitão Wagner. Foto: Divulgação

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

Ainda no programa Jogo Político, do jornal O Povo, o deputado federal Capitão Wagner (União Brasil), principal nome da oposição, foi questionado sobre seu apoio ao Lula (PT) ou ao Bolsonaro (PL).

Aproveitando o gancho da resposta que deu na sabatina Uol de ontem, quarta-feira, 10, CW disse: “Temos palanque amplo e vamos dar liberdade para cada partido poder conduzir a campanha de seu candidato a presidente”, explicou.

“Tenho respeito pelo Lula, respeito ainda mais o Bolsonaro. Sou grato a ele por ter feito os elogios quando veio em Fortaleza, mas eu estou muito focado no Ceará. Não sei se vai ter segundo turno e se tiver a gente vai avaliar com toda cautela possível. Espero que quem ganhar a eleição, tenha a missão de pacificar o país”, exigiu.

“O extremismo e fanatismo vêm dos dois lados e é capaz de gerar mortes, como já gerou em um Estado da região sul. Eu quero estimular a paz, estimular o bom diálogo. Por isso sentei com adversários. Não tenho vergonha de dizer que já votei no Elmano lá em 2012. Ele disputava contra os Ferreira Gomes e eu sempre militei contra eles”.

“O governador Camilo, quando assumiu o governo, me chamou para sentar com ele lá no Palácio da Abolição, e eu levei a proposta de criar a Secretária de Administração Penitenciária. Ela foi criada e tem um grande secretário a frente dela. Isso mostra que tenho tranquilidade para sentar com quem quer que seja”, explicou.

 

 

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