
Equipe Focus
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O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a venda da refinaria Lubrificantes e Derivados de Petróleo Nordeste (Lubnor), instalada no Ceará. Outras sete plantas de refino também devem sair do portfólio de ativos da petroleira.
“Os projetos de desinvestimento das refinarias, além do reposicionamento do portfólio da companhia em ativos de maior rentabilidade, possibilitarão também dar maior competitividade e transparência ao segmento de refino no Brasil”, destacou a empresa em comunicado ao mercado publicado na noite de ontem, 26. Somadas, as unidades possuem capacidade de refino de 1,1 milhão de barris de petróleo por dia. O retorno é calculado, com a venda dos ativos, em US$ 15 bilhões.
Também estão incluídas no programa de desinvestimento da companhia a Refinaria Abreu e Lima (RNEST), Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), Refinaria Landulpho Alves (RLAM), Refinaria Gabriel Passos (Regap), Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) e Refinaria Isaac Sabbá (Reman).
Inaugurada em 1966, a Lubnor é uma das líderes nacionais em produção de asfalto e a única no País a produzir lubrificantes naftênicos. O produto, considerado nobre, é empregado como isolante térmico para transformadores de alta voltagem, amortecedores para veículos e equipamentos pneumáticos.
A refinaria no Ceará comercializa óleo lubrificante para todas as distribuidoras do País. No segmento de asfalto, vende para empresas do Estado, além de Pernambuco e Pará.






