
Equipe Focus
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O Porto do Pecém teve sua área de cargas perigosas e especiais ampliada após dois meses de obras. Com a reforma, a capacidade de contêineres subiu de 300 para 600. O espaço mantém de maneira temporária os insumos. Ao todo, foram aplicados R$ 280 mil.
As cargas perigosas são conhecidas no ambiente portuário como carga IMO, sigla em inglês que sintetiza a Organização Marítima Internacional – órgão das Nações Unidas competente para lidar com assuntos técnicos relativos ao transporte marítimo e aéreo.
É a IMO que institui e classifica cargas para estabelecer riscos e padrões de manipulação. Em 2018 e 2019 foram movimentados, principalmente, três tipos de carga perigosa no Porto do Pecém: líquido inflamável (53%), sólido inflamável (24%) e gás inflamável (23%).







