
Preso desde de abril por envolvimento na Operação Escamoteamento, Carlos Kenede de Araújo, Rodrigo Fortuna de Araújo e Joaquim Viana de Arruda Neto, foram liberados. A decisão foi do desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí Pedro de Alcântara Macedo.
A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público, para combater crimes de fraude a licitação, crimes contra a administração pública, organização criminosa e lavagem de dinheiro no interior do Piauí.
Segundo o advogado da Defesa, Leandro Vasques, os habeas corpus sustentaram que o juiz da Comarca de Cocal/PI não fundamentou adequadamente a necessidade de prisão preventiva no caso, tendo se limitado a apontar a gravidade em abstrato dos crimes apurados.
O nome ‘Escamoteamento’ faz referência à tentativa dos envolvidos de esconder a atuação da organização criminosa instalada na região. Para isso, valiam-se de empresas sem capacidade operacional, algumas inclusive sem sede física, para dar aparência de legalidade às contratações realizadas







