
Equipe Focus
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A montadora francesa Renault decidiu nesta quinta-feira, 13, manter o brasileiro Carlos Ghosn como presidente da empresa.
Ghosn está preso no Japão desde o último dia 19 de novembro. Ele é acusado pela promotoria do país asiático de sonegação de impostos no valor de cinco bilhões de ienes, equivalente a 38 milhões de euros, entre 2010 e 2015.
A empresa francesa afirmou que “não está em posição de decidir” sobre as acusações.
A Renault possui aliança com as montadoras japoneses Nissan e Mitsubishi, que foram adquiridas pela empresa europeia em 1999 e em 2017, respectivamente.
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